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August 09 novo blog!!Oi pessoal, quero agradecer o carinho de todos voces que visitaram este blog e que deixaram seus comentarios!!!
Eu estou convidando todos a conhecerem o meu novo espaço de divulgação dos poemas!!
http://quizaz.blogspot.com/
Por favor siguam este link e apareçam tambem lá para dar um olhada, apesar da correria garanto que colocarei coisas novas para voces apreciarem...
grande beijo
alexandre July 02 PasseiPassa passo Passa passado Passado passa
Não piso no passo Não passo no passado Passeio no passo
Passado do passado Passando de passo Passado de um passado
passou passo repasso
Passado passando Ao passo chegando Passei, não me espera!
(Alexandre Cruz)
me...Só te ter me bastava Te abraçar me fartava E te amar me matava (Alexandre cruz) meus dêsMe mexes Me atiças Me reboliças Como fazes isso comigo?
Pensei que de todos estava escondido E apareceu você Lindo e intrometido Me fervendo, depois me ebulindo e no fim me temendo
Não faça do seu olhar Caminhos para o meu desvio Não faça do seu medo O meu grande desafio
Nossas horas não se cruzaram Estão sobrepostas Eu inteiro e em postas Me oferendo a ti
Bem sem sentido Desproposito, desmedido Com todos meus dês Tu me tens
(Alexandre Cruz) June 20 um amante para mim
Se fores matemático e quiseres cálculos Serás muito exato para mim números não são meu forte e tão pouco exato e o meu fim
Se ficas a filosofar vou até te admirar mas levanta-te para a ação Não só de nostalgia e palavras vive meu coração
Os que escrevem também sempre me agradaram quero seres de carne, osso e papel mas tenho um medo que estes no fim me deixem ao léu descobrindo que os bons poetas a um só não amaram
Agora aqueles aqueles do dinheiro dito cujo desses até fujo nos meus pensamentos eles não têm vez
Do pensativo ao braçal do patrão ao reles serviçal Em meus conceitos não há distinção
Não quero o exato, não sou assim Não quero o seguro, pois não me seguro em mim ambiciosos e cruéis, que triste fim Escritores, sem muitos amores, estes podem vim
Só quero não calcular meu próximo segundo Não filosofar o ontem e deixar passar o amanhã Só quero escrever minha palavra vã que brotou de uma mente insã Teus braços trabalhando em mim Teu pensamento ao redor do meu E tua cabeça, balançando para os meus erros em sinal de sim
(Alexandre Cruz)
teu amorTu me contas sobre teu amor Eu na minha me finco Prefiro ser ácido A ser cínico
Também prefiro a sinceridade Ao lisonjeio Para que mentir Quando o tal não veio (Alexandre Cruz)
ideias outorgadasFostes um solo pobre E mesmo assim meus sonhos em ti plantei Mas agora devolva-os Por que do teu pântano já voei
Não quero mais garras protetoras Não quero mais idéias outorgadas Quero o vôo das passaradas E o infinito das lavouras
(Alexandre Cruz) Quem deraA minha esperança não é aquela Que imóvel espera Que alguém, quem dera Alguém que nem mesmo a adora A salve de Pandora (Alexandre Cruz)
A argolaAmor e ódio são extremos Extremos de uma argola E argola tem extremos? (Alexandre Cruz)
60 anos ouvindo o boom!A rosa, o cogumelo, a bomba Uns viram tantas coisas Eu só vejo a bomba
Não vejo o velho hoje Ele nem nasceu Nem vejo a mulher Que nem o pariu
Vejo algo grande, forte Ainda ouço o boom Ainda vejo a bomba
Mas não vejo aquela gente Nem vejo aquela rosa Não há mais rosas para serem rosadas Não há mais pessoas para serem lembradas Não há mais nada? Só a bomba
Ainda ouço aquele som surdo Vejo aquela névoa cegante Os líquidos coagulantes E a vida que escorreu em instantes
Há uma bomba na calçada No morro, em cima e em baixo da ponte, no banco sento-me ao lado dela
De novo não vejo a rosa Nem vejo o maldito cogumelo Só vejo a bomba Só espero o boom (Alexandre Cruz)
maneira errada de fazerOlho para você Idealizo minha vida Não idealizo minha ida Só idealizo
olhar sonhar Maneira errada de fazer Sempre esperando no outro por viver. (Alexandre) June 16 CondenadaEu sou a mal cuidada A mal amada A que não foi mãe A que não é nada
Eu sou a velha no chão jogada Implorando migalhas e dando risada Minha estória nunca foi um conto de fadas Mas to aí ocupando meu espaço de condenada
Me deram este papel Coloquei o chapéu Me contaram a do céu E agora sou só carne ao leu
Sei que to amarga e fedida Quando passas não me encaras Nem na volta, nem na ida
Ainda sou aquela A mesma que tu viu ontem na rua Na calçada, pela janela Quase nua
Sofrendo e sorrindo Morrendo e pedindo
Que não sintas dor Que não sintas pena Mas que saibas que sendo assim Mais cedo ou mais tarde te juntaras a mim. (Alexandre Cruz)
June 15 EmolduradosDizem que não somos artistas Grande mentira Um Picasso ou Van Gog sem esforço não pintaria não como se pintam como nos pintam e como nos pintamos todos os dias
nos pintamos aventureiros Quando grandes pasmaceiros nos pintamos fatais Quando reles mortais e nos pintamos como cobras, águias ou dragões Quando no muito sonhadores e beberrões
esses que se pintam a tudo imitam a todos temem E a si próprios mentem
mentindo aos mentirosos cada qual com sua moldura algumas bem douradas outras mais escuras
andamos e as carregamos pelas ruas e calçadões implorando por um arremate como peças de leiloes
Me vendo e me faço de nobre obra Pintura que se faz e se desdobra para cortejar a quem lhe vê levem-me comprem-me amem-me nos olhos é o que se lê
Pobres almas perdidas, de tão requintadas imundas, de tão rebuscadas feio para elas é ser um eu ou um você Todas estão querendo ser um Monet. (Alexandre Cruz)
O verdadeiro EuO meu eu O lírico É algo assim que vem e me assola Me pega e me toma Eu tão desgraçado e tão limitado ele tão livre, verdadeiro voa alado... (Alexandre Cruz)
Coração e jangadaDo meu coração fiz uma jangada Sou um navegador no oceano do nada Quem cuidará de mim?
Tristeza eu tenho por tanta água turbilhando nossos dias nossos beijos tragando confidências e trazendo mentiras
Ainda que a correnteza esteja forte Este braço rema ao horizonte Fiz da lua meu norte sigo-a sem saber para onde. (Ale) June 13 Um pouco do novo CD da ShakiraDía De Enero Shakira Composição: Shakira Mebarak Ripoll Te conocí un día de enero,
: )))))
June 09 tempo-passaSão dois estranhos para cada um se escarrando se suando com muito pêlo e pouca luz
Para um orgasmo, quase um espasmo para a dor, nenhum amor
Fruto do acaso dia da caça gozo a esmo para o tempo-passa
(Alexandre Cruz) June 07 Conjugando o verbo arderArder de ardido Arder de amargo Arder sem sentido Arder de negado
Ardendo em óleo Ardendo aos olhos Ardendo em chamas Ardendo nas camas
Ardia a ferida Ardia a palavra Ardia a paixão perdida Ardia a alegria roubada
Ardo até o fim Ardo até amanhã Ardo nesse poema sem fim Ardo em cada palavra vã. (Alexandre Cruz)
June 06 vem dançar comigo....Vem dançar comigo, pois agente um dia dançou no mesmo passo Vem pisar no meu pé, pois eu sempre vou desculpar-te e sorrir, mesmo doendo Sabe aquela musica da Edith? a nossa Ta aqui empoerada e muda Não tenho coragem de ouví-la e nem vou darei ela para mais ninguém Como tantas coisas que te dei E hoje só espero Que você traga o que sempre confiei que tens para mim. Por isso, vem! (Alexandre Cruz)
Idas e voltasAs nossas esperanças, Sempre perdidas, As nossas paixões, Sempre malditas As minhas dores, Tão ardidas...
De idas, De vindas, De voltas, E mais voltas como o inseto de caso com a lâmpada, Aonde está? Aonde esta tudo aquilo que acreditamos?
Acredito amar, Mas cadê o amor? O que este signo faz e refaz tanto e que no final não significa nada?
Se há prazer na dor, E não há pistas de quando ela virá Como evitá-la?
Posso querer demais, sofrer de menos... Não quero para de amar, Nem ter menos que mil amantes, Mas quero uma chance De tudo um dia não terminar... (Alexandre Cruz)
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